"A liberdade não é uma festa, é uma guerra!" Pra gente que se identifica com tudo e não tem foco determinado. Com gente (suas virtudes e putarias), bichos e suas fofuras, coisas, comidinhas e cotidiano. Seres são múltiplos, e embora a nossa vida possa parecer desinteressante, é bom ter referências de outros costumes. Um espaço como tantos, aberto por pura despretensão e diversão.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Tá chegando o Halloween. E aí, já escolheu seu candidato?
O videomaker Pablo Peixoto aprontou mais uma, ou seja, mais dois vídeos de Halloween inspirados em “Frankenstein” (1931) e “Drácula” (também 1931). O mineiro de Juiz de Fora acaba de publicar suas edições de “Dilmastein” e “Serrácula” no YouTube – com sincronização, dublagem e roteiro baseados nos filmes antigos em P&B -, satirizando os candidatos à Presidência do País. Ele não poupa lado nenhum. Na sinopse da gaiatice, Serrácula é “uma criatura maligna que vive nas profundezas e só pode ser morta por uma estaca de madeira no coração ou uma bolinha de papel na cabeça”; e Dimastein, “uma criatura fabricada para ser presidente do Brasil. Feita toda com pedaços de líderes antigos e ideologias ultrapassadas, ela cria tumulto onde chega. Sem passado, sem história e sem vergonha”. Os vídeos de Pablo fazem um sucesso danado na rede, e seu “Dunga em um Dia de Fúria”, com quase 1.7 milhão de acessos, foi indicado ao VMB 2010 na categoria de “Webhit”.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Ego, ahh, o ego
Disponível em todos os níveis sociais e raciais, ego é aquela parte que permite que a pessoa (e alguns animais superiores como macacos, baleias e golfinhos) se reconheça no espelho. É literalmente a imagem que a pessoa faz de si mesmo que permite que o indivíduo se reconheça em uma caricatura, em uma piada ou gravação de voz. Autoimagem. "Mim, Tarzan" é uma definição de autoimagem. O que quero dizer aqui é que dependendo do meio onde você trabalha, o ego chega a níveis incontroláveis, como em “O Diabo Veste Prada”. E o pior é que existe plateia para aplaudir de pé e inflar mais ainda uma coisa que não tem medida.
A lista de exemplos é interminável (pessoal ou profissionalmente): aquele jornalista que não entra em sala de desfile nas semanas de moda se não estiver na fila A – ego! A pessoa que vai ao banco e acha que o gerente tem que abrir as portas mesmo se a agência já estiver fechada – ego! O ‘ser’ que vai a um restaurante fino e faz questão de ter a mesa preferida sem fazer reserva em plena sexta-feira – ego! O indivíduo que esquece de todo mundo, menos dos seus próprios compromissos, ou seja, a gente cansa de falar uma coisa e a pessoa não grava na memória – ego! Aquele que acha que o seu médico (dermatologista, ginecologista, cirurgião plástico), advogado, contador, amigos em geral, são sempre melhores do que os seus – ego! Só ele (a) pode ter problemas pessoais – ego! Tem outro dado, que pessoalmente me irrita muito, o de minimizar as coisas afim de parecer que você é mesquinho, ou seja, quando você diz que fica caro se transportar por conta do preço da gasolina, estacionamento etc, e a pessoa vira pra você e diz que não fica contando migalhas (sendo que a pessoa vive na aba dos outros) – egoíssimo! O tempo para quem tem o tal inflado é só dele, não interessa se o outro está no trânsito, com dor de barriga, familiares hospitalizados ou prestes a entrar em uma cirurgia – ego! E quem quiser me ajudar, porque estou esquecendo coisas básicas, pode acrescentar... Eu, pelo menos, tenho que exercitar minha paciência o tempo todo para não sair gritando e colocando certas pessoas em seu lugar, já que tudo na vida é passageiro e todo mundo – jargão - vai para o mesmo lugar, sendo que uns com sarcófagos de mármore e outros tendo somente a terra para escorar, e a essa altura, quem se importa?
Jesus adora um inferninho
“Lenda urbana: depois da loura do banheiro, tem Jesus genérico do Hotel. Bate três vezes na porta, fala três palavrões e ele aparece!”. A dona da frase é Lívia Andrade, ex-Mallandrinha e atual convidada dos programas de domingo do Silvio Santos, no SBT. O negócio é o seguinte – a moça foi parar em Divinópolis no dia 21 para animar o evento numa tal de Lux Lounge, onde Jesus Luz tocou. Meio mamado, depois da festa, jogado no lixo por Madonna, decidiu bater à porta da fofa e chamar para um bacanal. “O boneco inflável teve a audácia de ligar e bater na porta do quarto no hotel. Jesus conheceu foi o capeta”, disse. Tudo porque o hotel não dispunha de um catálogo de moças horizontalmente acessíveis. Ô Jesus, que decadência... “Cuidado quando você reza, Jesus pode bater à sua porta e tentar te levar para um inferninho”, disse Lívia. Ficaadica pra Jesus: da próxima vez, tente bater na porta certa, colega... Deve ter um milhão de menininhas loucas por uma suruba contigo depois do seu currículo, só pra contar por aí que andou tocando a mesma trombeta que Madonna. #Fail total! No ar: a gente viu fotos de Jesus e Lia Khey, grudadinhos no mesmo evento. Será que ele errou o número do quarto?
![]() |
| Jesus Luz pede desculpas para Livia Andrade depois de chamar a moça para uma suruba |
terça-feira, 19 de outubro de 2010
A vida é uma coletividade
Sou assídua de coletivos. Desde que coloquei na balança o dinheirinho gasto com gasolina, estacionamento=flanelinhas insuportáveis, Lei Seca e afins, resolvi me locomover como a maioria dos mortais. E desde então, acontecem coisas que só quem pega ônibus sabe. Moro em Niterói e trabalho na Gávea, que me obriga a ficar à mercê de somente uma linha, a 751D, o antigo 996, que dá uma volta ao mundo, ou seja, gasto 1h30 para chegar ao destino. O lado bom é que a minha biblioteca mental está ficando atualizadíssima. O outro lado é que é o problema. Ter que lidar com o coletivo, no sentido de que ninguém respeita o espaço do outro. Não literariamente, mas literalmente. Coisas costumeiras no 1001: A) é normal surdos-mudos pegarem o mesmo veículo para descerem em Laranjeiras, onde fica o colégio especial. Quem pensa que eles são silenciosos, se engana. Ao pegar o carro no centro de Niterói, os lugares já estão quase todos ocupados, e alguns vão em direção ao fim, onde eu sento, e outros ficam próximo ao motorista, o que gera um trepidar de mãos pra lá e pra cá incessante. Eles falam (articulam) pra cacete e como não ouvem o barulho, a gente que se foda! B) também no centro, motoristas de outras cias pegam uma caroninha até a rodoviária, e nossa... Putz... Sabe o filme “Click”? Rezo por um controle remoto universal para colocar todos em ‘mute’. Parece que estão no quintal de algum pagode no fim de semana. A gente não é obrigada a saber que um dos companheiros de jornada não paga a pensão da mulher e que ela é uma vaca. C) Conversas alheias ao celular. Parece que a hora é a predileta. Colocar o papo em dia com os amigos ou comentar que o fulano morreu na sala de estar na noite anterior e a sobrinha não sabia o que fazer, além de chamar a emergência e esperar a remoção... Claro, fora discussão com namorado, papo meloso entre namorados, papo de como está atrasado por conta do engarrafamento etc. D) Teve ainda uma vez em que uma criatura entrou e sentou do meu lado e apagou. Nem o chacoalhar do trajeto – tem dois pontos que você praticamente faz um duplo carpado – resolveu. A fofa caía com a cabeça no meu ombro o tempo todo e eu permaneci dura...de medo. Quando vi que um outro assento vagou, pedi licença educadamente, e óbvio, não adiantou. Duas senhoras que estavam atrás intervieram e sacudiram a garota. Só assim para ela descobrir que o ponto dela havia passado há muito tempo. E) Não vou entrar no mérito dos celulares com mp3 e dos próprios mp3/4/iPods. Realmente, as pessoas não têm educação. Se não são os adeptos do pagode e funk (sem fone, no auto-falante), são umas bichinhas que ouvem bate-cabelo no último volume (com fone) e dublam a música tocada, e você só ouve aquele tun-ti-tun-ti-tun-ti-tun a viagem inteira. Bom se tiver outra bichinha do lado, eles já marcam a próxima The Week. F) O prenúncio de uma viagem conturbada é quando no ponto onde você entra, já tem um adolescente com um game-boy nas alturas. Daí pra frente, pode acreditar que tudo vai ser um pesadelo!
A tarja vermelha
Edson Luiz F. está puto da vida com as redes sociais. Depois de ter sua conta desativada no Facebook, com todos os seus contatos pessoais e profissionais, nessa segunda-feira, enviou um e-mail para a equipe da rede perguntando o motivo. Recebeu um texto todo em inglês alegando que ele tinha publicado comentários e críticas ofensivas a determinada pessoa e que isso era contra as regras do contrato. No caso, ele esclarece que entrou em uma discussão com um amigo sobre o governo Lula, criticando ferozmente a gestão atual e já prevendo o “péssimo” futuro do País caso a candidata do partido PT tome posse em 1º de janeiro e resolva continuar com o mesmo molde de governo. Um outro amigo disse ter acontecido coisa parecida em um provedor de e-mails - ao tentar reenviar algumas correntes com o assunto “Dilma Rousseff” - os famosos textos em que o PT se borrou todo - o texto ficava bloqueado na caixa de saída, e ao testar com outro assunto, conseguiu reenviar o mesmo conteúdo. Algumas empresas realmente usam o artifício do controle de privacidade, mas para palavrões, em programas que usam o sistema de palavras-chave para identificar o teor, digamos, ofensivo. Das duas uma: ou a campanha eleitoral chegou a tal ponto que estão de olho nas redes sociais, principal disseminador de notícias e opiniões, ou a censura voltou e a gente não sabe.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Ellie do La Roux em "In For The Kill"
Uma boa dica para os produtores de shows no Brasil é o "La Roux", que agora tem uma nova versão para a sua "In For The Kill".
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Frase do dia
"Descobri que não tenho mais idade pra bolo de chocolate no café-da-manhã. O cabo da Boa Esperança vai ficando cada vez mais pra trás"...
Do jornalista, escritor e roteirista João Ximenes Braga, que deve ter uns 5 anos a mais do que eu, ou seja, a carapuça serviu!
Da série se inveja matasse...
Eu estaria esturricada agorinha mesmo. Olha que elegância, que postura, que chiquê! Essa é Carolina Herrera, estilista venezuelana que veio participar do "Outubro Rosa", iluminar o Cristo e fazer campanha de prevenção contra o câncer de mama, para nós, mulheres, visitarmos o médico antes que seja tarde. A fofa tem 72 anos, cara de 50 e cintura de 15. E nesta quarta-feira (06/10) vou estar linda para o jantar que Lenny Niemeyer, melhor anfitriã de todos os tempos, vai oferecer para Carol, o que não vai ser sacrifício algum...
terça-feira, 28 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Superman XXX - é o que tem pra hoje!
"Batman", "Fantasma", "Lanterna Verde" et cetera e tal... São incontáveis os filmes saídos dos quadrinhos em Hollywood. E claro, o mercado pornô descobriu esse filão e está se dedicando a agradar os nerds - alvo mais-que-perfeito... Estará brevemente em algum site de download pertinho de você a versão XXX de "Superman". Só quero ver se decidirem fazer um filme de saliência sobre o "Homem de Ferro"...
Espia só:
Espia só:
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
A saga de uma sexta-feira
Tem dias que não deveriam existir. Não sou uma pessoa tipicamente pessimista, longe disso. Mas porra, juro, o montante de acontecimentos errados podem se concentrar em 24h. E olha que a Cabala diz que você colhe os frutos que plantou. Eu devo ser uma pessoa ruim, como diz meu amigo João Ximenes, e olha que ele é amigo... Há um tempinho abandonei meu carro na garagem, seja para economizar gasolina, seja para poupá-lo do trânsito infernal (não, não sou daquelas que nutre sentimentos por seres inanimados, sou um pouquinho desprendida) e com isso manter em dia minha leitura e meus dois neurônios acesos. Eis que numa quinta-feira, resolvo ir de carro para o trabalho. Poucos metros de chegar à garagem, um motoboy bate na minha porta traseira. Uns arranhões e uma entrada básica. Liguei para a firma do rapaz e a empresa disse que não tinha responsabilidades porque aluga a moto, ou seja, não posso cobrar o prejú do boy, até posso, mas a conta bancária dele deve ser pior que a minha e minha franquia é bem cara. No dia seguinte, numa sexta-feira que nem era 13, acordo com uma dor terrível no olho direito. Depois de padecer com uns três ataques insuportáveis, fui ao médico. Tinha arranhado a córnea, e de acordo com o oftalmo, eu dormi de olho aberto. Medo! Decidi resolver uma pendenga no banco, e recebo a notícia de que minha conta está bloqueada, devido a um débito no Unibanco que eu nem sabia que tinha, e já que o Itaú comprou a empresa, automaticamente a dívida foi para minha conta atual, o que me causou um rombo, claro, porque os putos descontaram a dívida do dinheirinho singelo que havia nela. Ok. Negociei com o banco e eles vão me tirar o coro – banco não perde dinheiro. Já a gente...
Com essa montanha russa de emoções, à noite ainda tinha uma passagem marcada para as 23h50 na rodoviária de Niterói para Miracema, cidade natal. Chegando lá, em cima da hora e com a maior boa vontade de Silvinha, fui pegar a passagem que meu pai tinha comprado pela net. O homem do guichê virou e disse que sim, tinha uma passagem no meu nome, mas para dia 17/10 e não 17/09. Boa. Quando fui falar com Silvinha, que já tinha levado a mala para o motorista e ele tascou dentro do bagageiro, soube que tinham mais seis lugares vagos, daí foi uma correria dos agentes da 1001 para conseguir trocar e tals. Ok. Consegui.
Quando me acomodei, era do lado de um ser com um bafo de cachaça. Normal depois do dia lindo. Mas o sujeito queria puxar papo. Me virei e fingi de morta. Mas num ônibus que passa por Nova Friburgo, fingir de morta não é figura de linguagem, se é que vocês me entendem. A) o bus não tinha ar condicionado, mas sim janelas, daqueles bem antigos, com cadeiras que inclinam pouco – o barulho das janelas nos buracos da estrada parece terremoto; B) o casting dos assentos era sofrível e olha que não sou preconceituosa; C) roncos ecoavam pelo corredor, assim como barulho de uma criança, que diga-se de passagem só aturo da família; D) para piorar só um pouquinho, parecia que o motorista conhecia todos os passageiros, porque parava a cada esquina no melhor estilo cata-jeca; E) chegando em Itaocara, ao primeiro indício de estrada realmente (porque o resto era tudo dentro das cidadezinhas ínfimas), o ônibus me para e entra um sujeito pelo corredor – de fora vejo um taxi parado – ele tinha esquecido uma bolsa e foi pegar; F) sim, já tinha me esquecido da mulher que dava gargalhadas nas primeiras poltronas...tava rolando um stand up comedy e nem me convidaram... G) chegando em Miracema, sem pregar os olhos de córnea machucada, me deparo com o sujeito bêbado, que ia pegar uma baldeação para Natividade. Isso mostra que reclamar não é melhor saída já que a vida pode não ser tão injusta com você em certos momentos...
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Sensacional
Não só tem trabalho escravo em Taiwan, mas também criatividade. Um engraçadinho fez a reconstituição do caso Paris Hilton, que conseguiu se livrar da prisão por posse de cocaína em Las Vegas, mas confessou o delito e vai ter que cumprir horas de serviço social. Dá só uma olhada na moça cheirando o detergente do banheiro, fumando maconha e autografando o calendário de mugshots de tanto que ela já foi presa!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Plus Size
Me amarro nessa onda de fazer roupa para gordinhas. Beth Ditto, do “Gossip”, aquela que deu um bolo em nós, cariocas, há pouco tempo, lançou uma coleção de roupas para a “Evans” cheia de estampas: floridas, bolinhas e coraçõezinhos. E muito preto, claro, que todo mundo sabe que emagrece. E entregam para o mundo todo, mas os preços, digamos, são um pouco gordinhos, com trocadilho, por favor.
Assinar:
Postagens (Atom)









