terça-feira, 27 de março de 2012

Aloisio de Abreu: “É bonito falar negão”

“A ditadura do politicamente correto não serve para nada. Ela é o antirreflexo nas nossas opiniões, é muito chato. Você vai até uma comunidade falar com um negão e não com um imenso afro descendente. É bonito falar negão!”, vai logo dizendo o ator Aloisio de Abreu, explicando as (sub) versões das músicas do espetáculo Subversões 21. O clássico do besteirol carioca, que desde os anos 90 faz sucesso com provocativas versões para canções conhecidas, volta em cartaz a partir do dia 6 no Teatro Rival, no Rio de Janeiro. Ao lado de Aloisio, Stella Miranda e Luis Salém, da formação original.
Uma das pérolas do repertório será Político em Lágrimas (versão de Nuvem de Lagrimas, de Chitãozinho e Xororó), além de Kirrabo, versão de Rehab, de Amy Winehouse. Tem também uma parceira de Aloisio com Nelson Motta, que transformaram Festa de Arromba, de Erasmo Carlos, em Arrombou o Cofre. “Nesse momento de roubalheira institucionalizada, a grande novidade dessa sexta montagem é um olhar crítico e feroz à política. Como humoristas, só galhofando podemos fazer algo para abrir o olho do povo. Resolvemos enfiar o dedo na urna de todos os políticos e estamos mostrando a cara feia deles”, resume o ator.

sábado, 14 de maio de 2011

Novo CQC

coluna 10 de maio

Rafael Cortez, repórter do ‘CQC’, da Band, esteve em terras cariocas sábado para cobrir a 'Marcha da Maconha'. O paulista ficou em cima do muro ao falar sobre a legalização e disse preferir a polêmica: "Sou a favor de um plebiscito, assim como fizeram o referendo sobre o desarmamento. É preciso um debate público com informações sobre benefícios e malefícios da maconha, falando também sobre o crime organizado", disse um sério humorista.


Em tempo: os integrantes do programa estão ansiosos com a chegada de um novo integrante, prometida pela produção em março, por conta da sobrecarga de pautas.


Oi?

coluna 6 de maio

Os frequentadores da Paróquia Santa Mônica, no Leblon, levaram um susto durante a missa das seis da tarde, na quarta-feira. Na hora de ler os nomes da “intenção' aos que já se foram”, a assistente do pároco esbarrou em uma grafia inusitada: Osama Bin Laden.

Amiga da coluna disse que foi um desconforto generalizado. Detalhe: os familiares ou amigos costumam pagar pelo serviço de inclusão do nome de entes queridos na lista, como em toda igreja. A assistente nem percebeu ou reconheceu a sonoridade, já que continuou a ler como se nada tivesse acontecido. As pessoas ficaram tão chocadas que não tiveram reação... É dura a vida da bailarina. Beijo, me liga, até amanhã.

Lynch brasileiro

publicado dia 5 de maio

Chega aos cinemas brasileiros o documentário ‘Transcendendo Lynch’, segundo longa de Marcos Andrade (o primeiro é ‘Korda’), um olhar íntimo e pessoal sobre a viagem que o diretor americano David Lynch fez ao Brasil para divulgar a Meditação Transcendental e lançar seu livro sobre o assunto.

Durante sete dias, duas câmeras – além de outras duas que vieram com o diretor – acompanharam Lynch em sua viagem por Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre, onde deu palestras em universidades e associações de empresários.

Em Minas, Lynch visitou também o projeto Cidade dos Meninos, que a Fundação David Lynch apóia por um programa de ensino da Meditação Transcendental para mais de 2 mil alunos carentes. O filme foi feito em oito dias com o custo de R$ 251.160, de investimentos privados – do próprio diretor e de terceiros.

Notas do dia 5 de maio


 Pincelada
Ana Carolina está levando a sério o trabalho como artista plástica. A cantora comemora 10 anos de carreira com o projeto ‘Ensaio e Cores’, que vai misturar música e exposição, no Vivo Rio, dias 13 e 14.  

“A pintura se instalou fortemente em mim em meados de 2002, pouco antes do lançamento de ‘Estampado’, um álbum tão emocionalmente conturbado, que cheguei ao ponto de criar uma tela para cada canção. Para aliviar a sensação aflitiva do registro das canções em estúdio, eu pintava para ver aquelas canções que só ouvia. De lá pra cá não parei mais”, conta.

Além do show, as telas da cantora estarão expostas e à venda no foyer da casa com parte da renda revertida para a Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), em São Paulo – ela tem diabetes desde os 16 anos. 

Grande Ota
Tatiana Issa e Raphael Alvarez, diretores do documentário ‘Dzi Croquettes’ – que concorre a três categorias do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – já estão preparando um novo trabalho: ‘Ota, the movie’.

O novo documentário é sobre o cartunista Ota, que durante 34 anos ficou à frente da ‘Mad’, revista que satirizava diversos aspectos da vida - entretenimento, política e celebridades, quando essa palavra ainda nem existia, e que em seu auge, na década de 70, vendia quase 200 mil exemplares mensais.

O filme vai contar histórias engraçadas, como o dia em que ele colocou fogo no próprio pé na redação do ‘Jornal do Brasil’, ou quando foi demitido da editora Vecchi e passou a vender camisetas no Rio com a inscrição ‘desempregado’. Também não vai faltar a história dos santinhos da campanha em que se lançou para vereador em 1988, com o lema ‘menos cocô nas praias’.

‘Todo mundo deve se beijar’

coluna 4 de maio

"Você é um dos homens mais éticos que eu conheço” - com a frase de Rosamaria Murtinho para Manoel Carlos, sob aplausos intermináveis, terminou o encontro ‘Cenas de um autor’, do Instituto Montenegro e Ramam, no Solar de Botafogo. Se o encontro acabou assim, Caco Ciocler – o ator convidado para fazer entrevista informal – apresentou Maneco três horas antes dizendo “sempre me disseram que ele é um fofo! E todo mundo estava certo. Está aí o fofo”.

E entra o autor perguntando para o ator onde colocava a bengala “mas não muito longe, porque dependendo do seu comportamento...”, brincou com Caco balançando o acessório em sua direção. “Quando me falaram que eu seria entrevistado por Caco, foi determinante. Ele é um querido amigo e com certeza vai estar na minha próxima novela”, dizia Maneco ainda antes de subir ao palco.

O mestre fará, até 2016, duas minisséries e a novela propriamente dita para a Rede Globo, mas está mais interessado em escrever poucos capítulos. “Até lá, já devo ter 150 anos, mas tudo bem. A gente só para quando morre. Geralmente me perguntam, no fim de alguma novela, se vou fazer outra. Estou tão farto naquela hora que digo não. É só puxar no Google que todos os autores dizem o mesmo”, conta, reclamando do excessivo número de capítulos de um folhetim das nove, atualmente entre 180 e 200.

“A novela ficou mais extensa para ser paga, até mesmo pelo aumento de elenco e cenário. Antigamente, tínhamos 15 atores e hoje chego a criar 60, 80 personagens”, suspirou. Maneco adianta a próxima produção, uma macrossérie de 50 capítulos, baseada no romance ‘Vale Abraão’, da portuguesa Bessa-Luis, cujos direitos foram comprados pela Globo há 10 anos. “É uma espécie de ‘Madame Bovary’ contemporânea. Eu sou fascinado pelo romance de Gustave Flaubert”, conta, dizendo que a trama deve entrar ao ar depois do remake ‘O Astro’, de Janete Clair.

Ele diz que tem na manga uma minissérie sobre Cauby Peixoto e Ângela Maria. “Assim que terminei Maysa, falei para o Jayme (Monjardim, diretor) que gostaria de fazer, mas não tive retorno. É um crime a TV não ter mais programas musicais. Sinto falta de ver Caetano, Chico, Nana Caymmi”.

No quesito elenco, Maneco diz que sonha com Lilia Cabral para ser sua próxima Helena. “Ela vai fazer a novela do Aguinaldo Silva, ‘Fina Estampa’. Eu tenho que fazer uma protagonista para ela, que sempre foi antagonista das mais importantes. Quando eu decidi assassinar a Lilia em ‘Laços de Família’, ela me ligou chorando e dizia que não queria morrer, mas eu tinha que deixar a Deborah Secco órfã e a participação dela é comentada até hoje”.

Para o mestre, Lilia e José Mayer estarão sempre garantidos em seus folhetins, conhecidos por sempre lançar novos nomes na dramaturgia. “Nunca recusei ninguém por razões pessoais. E tem sempre alguém que me lembra daquele ator que está sumido e recebo muitos e-mails quando estou na produção de uma nova história. Quando dei o papel para o Reynaldo Gianecchini em ‘Laços de Família’, foi uma espécie de teste lá em casa. Tinha oito amigas da minha filha Julia (Almeida, atriz), e, quando ele entrou, algumas aplaudiram, outras desmaiaram. Queria um galã que entusiasmasse as meninas e funcionou. Ele se saiu bem, mas como ele melhorou depois, né? Sem aquele papel, talvez Gianecchini nunca teria sido ator, assim foi Carol Castro e Mel Lisboa”.

Na plateia, um mix de fãs, estudantes de teatro, atores como Ângela Vieira e Daysi Lúcidi, a bailarina Ana Botafogo e o dançarino Carlinhos de Jesus, além da mulher de Maneco, Beth Almeida, que a toda hora era consultada pelo autor, que dizia que ela era seu “ponto”, aquele fone em que alguns atores geralmente recebem instruções dos diretores. Perguntado sobre a ausência de beijos gays na trama, o mestre foi definitivo: “Acho o assunto uma bobagem e não faz falta alguma. Criaram uma onda em cima disso tão inútil e boba. O que acho mesmo é que todo mundo deve se beijar”.

Do bem



coluna 3 de maio

Jack Johnson vai doar todo o cachê dos shows no Brasil - ele passa por São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Florianópolis e Rio, entre os dias 21 de maio e 6 de junho - para ONGs que apoiam surf, arte e música, suas paixões.

O músico disse que não precisa deste dinheiro, já que sustenta a família e a banda com as vendas dos CDs. Não é só por aqui que Johnson mostra esse lado caridoso - toda a bilheteria da turnê americana do álbum 'To the sea' foi doada para instituições.

Pelas exigências do cantor, dá pra ver também que ele se preocupa com as causas ambientais. Jack pediu que instalassem bebedouros - para que o público não compre águas em garrafas plásticas -, além de comida orgânica comprada de produtores locais nos camarins e veículos movidos a biodiesel.

Ao contrário do que saiu por aí Johnson não pediu para conhecer Dilma Rousseff, conforme disse em entrevista à repórter Kamille Viola, aqui do nosso jornal O DIA. Ao perceber que corria o risco de ser mal interpretado, o cantor consertou. "Ela é legal? Eu não me importaria de conhecê-la, mas não foi um pedido meu".



Quando as deusas se encontram

coluna 2 de maio

As portas ainda estavam fechadas, quando Lenny Niemeyer chegou às nove da noite, para assistir à etapa carioca do Monange Dream Fashion Tour, no Citibank Hall, na Barra. O evento só começaria duas horas depois, mas a estilista passou pelo cerco de pessoas que estavam aguardando a abertura e foi direto para o backstage socializar com as modelos amigas –praticamente todas debutaram em seus desfiles.

Ana Beatriz Barros, Alessandra Ambrósio, Isabeli Fontana, Izabel Goulart e Renata Kuerten, o time das ‘dreams’ contratadas pela marca, ganharam camarim especial, sem serem incomodadas por ninguém, a não ser maquiadores e cabeleireiros. O grupinho foi o último a chegar ao lugar – elas estavam no hotel Sheraton para adiantar a produção.

Raica Oliveira chegou à cidade um dia antes do show e já parte para Miami hoje, para fotografar a campanha de uma marca europeia. “Quando me perguntam onde moro nem sei responder direito. Costumo dizer que fico entre hotéis e aviões, porque passo cinco dias num lugar, vou para outro e assim consequentemente. Mas sou uma pessoa normal” avisou ela, que está namorando há seis meses um francês radicado em Nova York. “Não vou falar sobre ele porque é muito recente. Já que estou fora do Brasil, não vou namorar brasileiro, gosto de mudar de nacionalidade”.

Os paparazzi tentaram de qualquer jeito flagrar o reencontro da top com o ex-namorado, Ronaldo Fenômeno. Eles trocaram beijos cordiais no rosto e conversaram rapidamente. O craque se instalou num camarote reservado para um bando de marmanjos, onde permaneceu a noite inteira. “Adoro desfile de moda e todas as modelos são lindas”, disse Ronaldo, rápido como um flash, enquanto circulava cercado por 10 seguranças.

Cauã Reymond, o mestre de cerimônias da noite, estava todo cheio de graça. “Fez sol hoje?”, perguntou o ator, que é surfista inveterado e fã de praia. “Se fez, nem vi porque fiquei o dia inteiro no estúdio gravando a novela (‘Cordel Encantado’)”. Perguntado sobre quem o vestiu, disse: “Eu mesmo. Estou bonitinho, né? Sou muito básico e não sigo tendências, porque imagina você vendo uma foto antiga com aquela calça estilo capri? O passado condena”.

Uma das modelos mais festejadas do evento, Isabeli Fontana - que chegou de Nova York no dia anterior - era só simpatia, mas a produção fez questão de preservar a moça dentro do camarim. Num dos momentos em que saiu, encontrou a amiga de passarela, Carol Francischini, tomou um gole de Veuve Clicquot, trocou beijos e abraços, acenou para três crianças que estavam no sofá, e disse que estar no Rio e no Brasil “é maravilhoso e as mulheres daqui são as mais lindas do mundo. Amo levar meus filhos à praia e ver a beleza desse lugar”. Corre por aí que sua beleza foi fisgada pelo empresário Júnior, dono da Hypermarcas, que promove o evento.

Novidade nesta edição do evento, Fernanda Motta teve camarim só para ela, e sua agente, Karina Sato, irmã de Sabrina Sato, contratou fotógrafo exclusivo para acompanhar os passos da moça. Ela foi convidada para o casting do Monange com o fim do ‘Brazil’s Next Top Model’, reality show de modelos aspirantes que apresentava no canal Sony. “Agora a Fê quer fazer alguma coisa na TV aberta e está estudando formatos para ver a qual ela se adapta”, disse Karina.

se o camarim privé, apenas para as ‘Dreams’, era inacessível, o das ‘demais’ modelos, como Thalyta Pugliese, Raica, Ana Cláudia Michels, Carol Francischini, Schynaider Garnero, Emanuela de Paula, virou um entra sai sem fim. Todas bem-humoradas, com bobs no cabelo e taças de champanhe em mãos.

Thalyta, uma das modelos preferidas das semanas de alta costura francesa, contava que a vida de glamour das passarelas se resumia apenas a aquilo ali. Seu dia a dia em Paris, onde mora há 12 anos, é de uma pessoa comum: academia, cinema, banco... “Só não sei cozinhar. Isso fica por conta do meu marido, que faz tudo para mim. É um luxo! A aposentadoria está chegando, mas, enquanto me chamarem para trabalhar, eu vou”, disse, modesta. Começar uma família também está em seus planos. “Se meu marido vier morar no Brasil, daqui a um ano eu engravido”.

Ao seu lado, estava uma das Angels da Victoria’s Secret, Emanuela de Paula, registrando o backstage com sua poderosa câmera. “Comecei a fotografar há dois anos, mas apenas por diversão. Quem sabe depois eu publico um livro só com imagens dos bastidores e consigo ganhar um trocadinho a mais? Tenho que pensar no futuro. To veia, rapaz!”, disse a pernambucana de 22 anos que investe todo o dinheiro que ganha em imóveis. “Dinheiro não é para ficar no banco”, ensina. Em Nova York há seis anos, Emanuela diz que, quando não está clicando os bastidores da moda, o seu segundo hobby é cozinhar para os amigos dos EUA. “É uma terapia. Faço arroz, feijão, farofa... e comidas típicas nordestinas. Mas o que gosto mesmo é de comida de pobre – carne moída com purê de batata”.

Alessandra Ambrósio aproveitava para dar mais uma camada de rímel nos olhos. Antes de entrar em cena, falou sobre o assédio da imprensa e dos paparazzi, que estão sempre em sua cola. “Sei que o trabalho tem muita exposição, mas faz parte dessa vida. Preferia que não tivesse, mas deixo rolar, não esquento. Se for para ficar brava com paparazzo, era melhor ter sido médica”.

Do Rio, La Ambrósio segue para Los Angeles, onde vai lançar a nova campanha de biquínis da Victoria’s Secret, depois de estrelar um editorial de moda na revista ‘Vogue’ alemã, em que contracenou com o marido. “Foi diferente posar com o Jamie. Mas não tenho paciência para quem não sabe posar. Não tenho saco de ficar dando dicas. Quem o ajudou foi o fotógrafo. Fico meio brava com gente que não sabe clicar”.

Enquanto o público lotava o Citibank Hall, a modelada, mais de 20, circulava pelos corredores entre os camarins – to-das reclamando do calor excessivo dos boxes brancos, mas nada que deixasse escorrer o rímel. “Amigaaaaaaaaaaa!”, grita Carol Francischini ao encontrar Emanuela. “Estou morando em Miami. Fui pra lá no início do ano para cuidar do meu irmão mais novo que está estudando. Ele está na fase ‘aborrecente’...”, atualizava. “Esse ano estarei em Nova York para fazer o casting da Victoria. Se Deus quiser serei a próxima Angel”.

Segundo uma das garçonetes, o campeão dos quitutes foi um sanduíche de pão integral com peito de frango, mussarela de búfala, tomate e orégano, recolocado mais de 20 vezes na mesa, entre cachorros-quentes, chocolate, salgadinhos, energéticos, sucos e frutas, que ficaram intactas.

Exceto Schynaider, que não fez cerimônia e caiu de boca no cachorro-quente com guaraná. “Imagina se não vou comer! Na gravidez engordei 26 quilos e perdi tudo. Não vai ser um sanduichinho que vai me prejudicar”, disse a bela, que era aguardada pelo maridón Mário Bernardo Garnero na plateia. “Sempre que pode o Mário me acompanha. Dessa vez ele tinha reunião de trabalho na cidade e as agendas casaram, mas na maioria das vezes não conseguimos nos ver. Acho que o segredo do relacionamento é esse: a distância. Quando estamos juntos só queremos ficar grudados”.

Mãe da pequena Anne Marie, Schynaider acha que a filha tem tudo para seguir os seus passos. “Ela tem dois anos, é magrinha e já mede 92 cm. Se ela for modelo, serei a mãe-empresária. Mas quero mesmo é que a Anne namore com um dos filhos do David Beckham. Eles são tão lindos... e a idade dá certinha. Vou fazer igual à mãe da princesa: onde é que eles vão estudar?”... É dura a vida da bailarina. Beijo, me liga, até amanhã.


BUSINESS. Isabeli Fontana aproveitou a turnê para lançar uma coleção de seis esmaltes para a Risqué, com tons de roxo, azul escuro e verde metálicos inspirados no rock’n’roll. “Eu sou total rock, sempre fui. Propus uma linha ousada e atrevida como é o estilo musical, mas ao mesmo tempo feliz e doce. Aliás, eu sou sweet”, disse.

Ainda no backstage, a modelo e atriz Patrícia Barros (foto), irmã da ‘angel’ Ana Beatriz Barros, fotografava cada momento para seu blog, segundo ela “um espaço despretensioso, só de brincadeirinha”. A bela, que mora em São Paulo, estava acompanhada do namorado, o empresário paulista Marcos Campos – dono do club Disco, do Café de La Musique (Floripa) e do bar Número. Como sempre, ele foi cobrado sobre um empreendimento na cidade. “Eu quero muito, mas tudo é muito caro aqui no Rio, mas vou continuar tentando”, suspirou Marcão.




Kate fake

coluna 29 de abril

Como brasileiro não perde tempo com piadinhas, depois da comunidade no Facebook sobre o 'churrasco real' no casamento do Príncipe Willian e Kate Middleton, com confirmação de mais de 300 mil pessoas, um gaiato criou o blog 'Princesa Kate', no ar desde segunda-feira no ar.

Na descrição do perfil, lia-se: "Dizem que vou me casar por interesse, outros falam que sou uma biscate. Na verdade sou uma dona de casa zelosa e tudo que faço é pelo bem do meu maridão William. Por mais que vocês acreditem no que Dona Beth (Rainha Elizabeth II, avó de William) e Seu Carlos (Príncipe Charles, pai de William) digam, essa família real não tem dinheiro pra nada. A gente alugou um conjugado muito fofo aqui em Saquarema, enquanto a reforma do apê de Londres não termina. Beijos e me add".

No blog, montagens como a foto de Kate com a tatuagem 'mozão' escrita no antebraço e até o próprio William se jogando numa festa usando cuecas e boá rosa: "Mozão é um moleque mesmo, né? Olha o que ele aprontou! Despedida de solteiro com muita Xiboquinha (cachaça), né?", diz a Kate fake.

O autor da página na internet também criou dois perfis no Twitter, o mais popular @Princesa_Kate, com 3.875 até ontem, e o modesto @principe_Uiliam, com 247. Nas tuitadas, frases como "mozão colocou aquela saia de escocês do pai e tá dançando 'Cara Caramba Cara Caraô' na cozinha", ou "minha avó tá perguntando se vai poder trazer aqueles enfeites de flor de plástico pra casa depois da festa", do William falso... É dura a vida da bailarina. Beijo, me liga, até amanhã.

Notas soltas dia 23 de março

ABL, mano

A Academia Brasileira de Letras, quem diria, será palco de um evento de hip-hop e rap. Os imortais se reúnem quinta-feira com grafiteiros - como Panmela Castro, mais conhecida como “Anarkia”, e o MC e produtor cultural Airá O Crespo - para discutir a arte das ruas. “A Academia tem interesse em trazer para debate os saberes vários e as manifestações artísticas que reflitam a criatividade de todos os grupos sociais", diz Marcos Vilaça, presidente da casa

Animação pink

O Centro Cultural Justiça Federal, reduto dos magistrados no Centro do Rio, será o bunker da 3º Festival Internacional de Animação LGBT, que vai reunir, entre 6 e 13 de maio, as mais variadas animações gays do mundo. É ou não é um avanço, bailarina?

"O festival fala diretamente com os jovens e adultos, sem precisar lutar por algo que deveria ser de direito. Direito de poder ser quem é", avisa Alexander Mello, um dos idealizadores do evento. A festa de lançamento acontece dia 10, na boate Le Boy, em Copacabana.